sábado, 11 de outubro de 2014
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Nossas aulas.
Depois de um mês ausente, voltei...
Que bom encontrar de novo a turma-da-tarde cheia de novidades.
Logo na entrada fico sabendo do sucesso de Beto no Country. Só da turma vinte pessoas na platéia. Todos adoraram as músicas, cantadas em vários idiomas. Parece até que vai ter bis. Espero estar presente na próxima.
Depois chegou Viviane toda contente pois ia dar palestras no Bndes.
A última aula de Schiller foi ótima, como sempre.
Ainda mais quando escutamos que a alma era um desdobramento do corpo e que sem este desdobrar, a vida não seria quase nada, a aula então, não existiria...
Nada seria igual se não tivéssemos ouvido o Beto cantar, se não tivéssemos palmilhado diversos espaços diferentes desde a "caverna" da Artes Claras até este espaço incrivelmente "clean", que é onde nos reunimos agora, aonde temos quadro branco, um super ar, ótimas cadeiras e a delicadeza das anfitriães . Se não houvéssemos escutado da Viviane várias histórias que nos levaram a ter um "pensamento em rede".
Sem os desdobramentos da casa da Celina, tudo não seria pois não teríamos nos tornado um grupo. Não saberíamos o nome de ninguém, continuaríamos a ser um apenas um aglomerado de idéias.
Na verdade, sem desdobrar, até a última aula, não deixaríamos de nos suicidar por saber que esta é uma carta que temos na manga, para qualquer hora, e sabendo disso, conseguimos adiar " ad eternum" esta resolução.
Enfim, sabendo tudo e não conhecendo nada, seguimos desdobrando...
Que bom encontrar de novo a turma-da-tarde cheia de novidades.
Logo na entrada fico sabendo do sucesso de Beto no Country. Só da turma vinte pessoas na platéia. Todos adoraram as músicas, cantadas em vários idiomas. Parece até que vai ter bis. Espero estar presente na próxima.
Depois chegou Viviane toda contente pois ia dar palestras no Bndes.
A última aula de Schiller foi ótima, como sempre.
Ainda mais quando escutamos que a alma era um desdobramento do corpo e que sem este desdobrar, a vida não seria quase nada, a aula então, não existiria...
Nada seria igual se não tivéssemos ouvido o Beto cantar, se não tivéssemos palmilhado diversos espaços diferentes desde a "caverna" da Artes Claras até este espaço incrivelmente "clean", que é onde nos reunimos agora, aonde temos quadro branco, um super ar, ótimas cadeiras e a delicadeza das anfitriães . Se não houvéssemos escutado da Viviane várias histórias que nos levaram a ter um "pensamento em rede".
Sem os desdobramentos da casa da Celina, tudo não seria pois não teríamos nos tornado um grupo. Não saberíamos o nome de ninguém, continuaríamos a ser um apenas um aglomerado de idéias.
Na verdade, sem desdobrar, até a última aula, não deixaríamos de nos suicidar por saber que esta é uma carta que temos na manga, para qualquer hora, e sabendo disso, conseguimos adiar " ad eternum" esta resolução.
Enfim, sabendo tudo e não conhecendo nada, seguimos desdobrando...
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Dan Gilbert pergunta: Por que somos felizes?
Gostaria de compartilhar com vocês esta vídeopalestra que me pareceu bem interessante. Nela o psicólogo da Universidade de Harvard Dan Gilbert explica como podemos ser felizes mesmo quando não alcançamos o resultado desejado.
Convido a Turma da tarde a opinar se concordam ou não com a visão de Dan Gilbert a respeito da Felicidade.
Para ver com legendas clique em "view subtitles" e escolha o idioma.
TED é uma organização sem fins lucrativos que promove eventos para divulgar ideias inovadoras. Saiba mais aqui: http://www.ted.com/pages/view/id/5
Desfrutem!
Marcia
Convido a Turma da tarde a opinar se concordam ou não com a visão de Dan Gilbert a respeito da Felicidade.
Para ver com legendas clique em "view subtitles" e escolha o idioma.
TED é uma organização sem fins lucrativos que promove eventos para divulgar ideias inovadoras. Saiba mais aqui: http://www.ted.com/pages/view/id/5
Desfrutem!
Marcia
sexta-feira, 18 de junho de 2010
PALAVRAS
Acordei com palavras atrás de mim
Uma estranha sensação
Elas tinha cores, odores
Não entendi bem.
Fingi que não as via
Pretensão minha
Elas é que me ignoravam
Algum castigo?
Teria eu abusado delas?
Seriam as palavras mesquinhas como o homem?
Recorri ao poema
" Receita prá lavar palavra suja ", de Viviane Mosé
Fui me banhar
Consegui,então me relaxar.
Para minha surpresa
Algumas palavras molhadas
Deslizavam sobre meu corpo
Elas sorriam, notando minha presença.
Lembrei, então de um ensinamento budista
Eu estava,agora, com as palavras corretas.
Uma estranha sensação
Elas tinha cores, odores
Não entendi bem.
Fingi que não as via
Pretensão minha
Elas é que me ignoravam
Algum castigo?
Teria eu abusado delas?
Seriam as palavras mesquinhas como o homem?
Recorri ao poema
" Receita prá lavar palavra suja ", de Viviane Mosé
Fui me banhar
Consegui,então me relaxar.
Para minha surpresa
Algumas palavras molhadas
Deslizavam sobre meu corpo
Elas sorriam, notando minha presença.
Lembrei, então de um ensinamento budista
Eu estava,agora, com as palavras corretas.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Viviane no SESC
A Viviane atriz deixou seus alunos estupefatos,pois eles queriam mais. Desejavam a Viviane aula,cheia de conceitos filosóficos e interpretações da vida.
A Vivi aula nos moliliza, nos faz pensar, talvez pense por nós.
A atriz queria surpreender,calar,interromper,estranhar.
Isso ela conseguiu,fez com que comentássemos e achássemos mesmo que não tínhamos compreendido nada. Não havia ali a verdade absoluta de Sócrates, tudo não passava de um caminho...
Comentei isso tudo com ela e ela respondeu que quer,espero que só no teatro, se distanciar dos filósofos.
Mas, por favor, na aula não. Logo agora que encontrei meu nicho onde desejo ficar com "mais Platão e menos Prosac"? Onde não preciso falar para ser compreendido? Onde tenho aquele "plus" que nenhuma terapia dá.
Mas, falando francamente, meu marido e os amigos que levei, que não conheciam a aula,adoraram. Acharam mesmo que minhas lamúrias, eram coisas de tiete...
A Vivi aula nos moliliza, nos faz pensar, talvez pense por nós.
A atriz queria surpreender,calar,interromper,estranhar.
Isso ela conseguiu,fez com que comentássemos e achássemos mesmo que não tínhamos compreendido nada. Não havia ali a verdade absoluta de Sócrates, tudo não passava de um caminho...
Comentei isso tudo com ela e ela respondeu que quer,espero que só no teatro, se distanciar dos filósofos.
Mas, por favor, na aula não. Logo agora que encontrei meu nicho onde desejo ficar com "mais Platão e menos Prosac"? Onde não preciso falar para ser compreendido? Onde tenho aquele "plus" que nenhuma terapia dá.
Mas, falando francamente, meu marido e os amigos que levei, que não conheciam a aula,adoraram. Acharam mesmo que minhas lamúrias, eram coisas de tiete...
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